Como já dividi aqui com vocês, quando fiquei grávida da Estela, tive muito medo da reação da Isabela. Achei que ela sentiria a chegada da irmã e ficaria com muito ciúmes, já que sempre esteve acostumada a ser o centro das atenções. Para prepará-la, além de muita conversa e de fazê-la participar de tudo o que envolvia o novo bebê (decoração do quartinho, compra de roupinhas e acessórios, escolha do nome, etc), li alguns livrinhos muito legais para ela. Desses, indico dois: "bebê e eu", da brinque-book e "tem gente nova no pedaço", da panda books. Hoje posso dizer que deu certo!
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segunda-feira, 2 de junho de 2014
sexta-feira, 28 de março de 2014
O recém-nascido II
Boa tarde mamães e futuras mamães!!!!!!!!!!!!
Minha bebezinha Estela já está para completar 3 meses, o que ocorrerá no dia 31 de março. Um pouquinho antes de fazer 2 meses, descobriu as mãozinhas. Fiquei muito orgulhosa com essa conquista dela, pois aconteceu um pouco mais cedo do que o usual! Essa fase da descoberta das mãos geralmente ocorre entre o segundo e terceiro mês.
Mas vou voltar um pouquinho e falar sobre algumas preocupações que as mães podem ter, logo que chegam da maternidade:
Milium - São pontinhos brancos no nariz. Numa linguagem bem informal, é aquele nariz "empipocado"!!! Mas não representam qualquer problema, são normais e desaparecem depois de algumas semanas.
Mecônio - O mecônio é uma substância preta esverdeada, bem pegajosa, que sai com as fezes. Em geral, aparece na fralda apenas nos três primeiros dias. Mas você poderá chegar da maternidade e ainda verifica-lo na fraldinha do seu bebê, não se assuste!
Icterícia - Ocorre em virtude do fígado imaturo do bebê, o qual apresenta pele amarelada e urina escura. Os médicos avaliarão, ainda na maternidade, se o bebê precisará de banho de luz ultravioleta. Caso contrário, a recomendação será o banho de sol.
Manchas de nascença - Existem tipos diferentes de manchas. Uma delas é a mongólica, de cor azulada, semelhante a um hematoma. Se apresenta, normalmente, nas costas e nádegas. Tais manchas são mais frequentes em orientais e negros, surgindo apenas em 10% dos bebês caucasianos e tendem a sumir em alguns meses. As manchas avermelhadas e salientes, chamadas de marca de morango, demoram mais para desaparecer.
Com relação ao desenvolvimento do bebê de 1-2 meses:
- O bebê já começa a ganhar rigidez muscular no pescoço e, ao final do segundo mês, já conseguirá sustentar a cabeça;
- Perde o reflexo de agarrar;
- O bebê começa a sorrir e a emitir sons guturais. Ao final do segundo mês, passará a resmungar, gritar e mexer o corpo, querendo comunicar-se com a mãe.
Sempre converso com a Estela (desde que nasceu) e, quando faço isso, percebo quão animada ela fica. Mexe o corpo, a boca e passa a emitir sons e dar gritinhos. Sorri muito!! Reconhece minha voz, a do pai e da Isabela. Aliás, ela segue muito a irmã com os olhos e a cabecinha!!!
Percebi algo com a Isabela e, repito o processo com a Estela. Converso muito com ela. Quanto mais estímulos os bebês receberem nesse sentido, mais rápido aprenderão a falar. A Isabela aprendeu a falar muito rápido. Nunca falei errado com ela, sempre falei as palavras da maneira correta e, quando a Isabela falava algo errado, eu repetia a palavra da maneira certa, mas, óbvio, sem repreendê-la. Cantar para o bebê também ajuda a desenvolvê-lo, além de acalmá-lo.
Eu não apenas canto, mas coloco músicas para ela ouvir, geralmente bossa nova. Meu marido coloca beatles e música clássica. Em um post futuro, explicarei os benefícios da música na infância, incluindo o aprendizado de um instrumento musical.
Outro estímulo que já deve ser colocado em prática nesse período (entre o primeiro e segundo mês) é colocar brinquedinhos coloridos perto do bebê, encorajando-o a pegá-los. Móbiles com musiquinhas são bem-vindos.
Beijos e bom final de semana
Referências:
Stoppard, Miriam - Mães, pais e seus bebês. Ed. Marco Zero.
quarta-feira, 26 de março de 2014
Hora de dormir
Olá mamães!! Tudo bem?
Como prometido no ultimo post, falarei sobre a hora de dormir do bebê. Evitei escrever aqui acerca desse assunto, pois acreditava que não deveria compartilhar meu "procedimento", já que a maioria das pessoas o julgava errado. Mas quer saber? Eu não acho errado e funcionou para mim.
Você sabe o que as mães do reino animal têm em comum? Elas mantêm seus bebês sob suas asas/patas nos primeiros momentos de suas vidas (pelo menos a maioria delas!!). E foi exatamente isso que tive vontade de fazer, assim que a Isabela nasceu e, mais recentemente com a Estela: deixá-las o mais perto possível de mim, principalmente durante a noite. Tornar-me mãe foi o mais próximo que cheguei da minha essência, dos meus instintos...do animal mesmo. Se mexem com minhas filhas, fico tão louca como uma leoa ou qualquer outra fêmea, de uma maneira completamente irracional. Se chego em algum ambiente, começo a ver todos os perigos que ele representa à elas e, passo a protegê-las de todos. Se revelo algum desses medos a outra pessoa, logo ouço: "que exagero", "que neurótica". As vezes esses medos são ilógicos, irracionais, frutos de um sentimento maior, aquele instinto primitivo que tentamos negar. Mas por que negá-lo? E, por que estaria errado?
Pois bem, sempre tive medo de que algo pudesse acontecer com minhas filhas durante a noite. Não concordava com a idéia de deixá-las sozinhas em seus quartos, enquanto eu dormia no meu.
Hoje minha filha mais velha tem quatro anos e dorme sozinha em seu próprio quatro desde os 2. Antes disso, eu dormia com ela.
Logo que nasceu, deixava-a no moisés, em minha cama, bem do meu lado. Quando ela completou 5 meses pensei em colocá-la no berço, mas ela não ficou. Acordava várias vezes durante a noite e eu não me aguentava em pé no dia seguinte. Não dormia nada. Meus sentimentos ficavam à flor da pele, chorava e ficava irritada por qualquer coisa. Resolvi desistir de colocá-la no berço e a deixei dormir em minha cama. Confesso que não aguentei, foi uma questão de necessidade...eu precisava dormir!!
Incrível como ela ficava tranquila ao meu lado, dormia bem, muitas vezes a noite inteira....e eu também. Eu abria os olhos e lá estava ela à minha frente. Sentia-me extremamente feliz e segura.
Só coloquei ela direto na minha cama nesse periodo (6 meses aproximadamente), pois enquanto ela era bem pequenininha, morria de medo de virar e esmagá-la, embora achasse que tinha controle total sobre meus movimentos à noite. Não tenho não e, se me permitirem aconselhá-las a respeito de algo, apenas digo isso: não coloquem o bebê recém-nascido para dormir direto na cama com vocês, pois isto sim pode ser perigoso. Ficamos tão cansadas que podemos machucá-lo sem perceber.
Quando a Isabela completou um ano e, aqueles riscos de sufocamento, engasgamento, mal súbito e outros tantos deixaram de me assombrar, achei que era a hora de colocá-la em seu quarto. Mas o que realmente me fez decidir isso, de maneira determinada, foi a qualidade do sono que passou a ficar prejudicada. Ela começou a se mexer muito à noite, vinha com o pé em meu rosto e me acordava!! Então, eu tirava o pé dela e, ela acordava. Resolvi colocá-la em seu quarto, dessa vez sem desistir, pois me sentia realmente mais segura e confiante para dar esse passo.
Não fui radical, mas sim aos poucos. Primeiro quis acostumá-la ao ambiente novo e, depois, à minha ausência.
O berço já estava ficando ultrapassado para ela, razão pela qual resolvemos comprar uma caminha de mocinha, para empolgá-la mais com a idéia de ter seu próprio quarto. Escolheu a cama, o lençol de bailarina. Comprei um travesseiro confortável, uma fronha para combinar com o lençol. Passei a conversar com ela sobre dormir sozinha. Lia historinhas de incentivo, como "o coelhinho insone". E foi dessa forma que ela passou a dormir sozinha, em seu quarto.
Mas não foi como mágica que tudo se desenrolou. No começo ela acordava várias vezes e, pacientemente, eu ia até o quarto dela e dizia que estava tudo bem. Ainda hoje, uma noite ou outra, ela acorda chamando a mim ou meu marido. Seja por causa de um pesadelo, por sede ou vontade de ir ao banheiro.
A conceituada psicóloga Rosely Sayão discorreu sobre este assunto em sua coluna para Folha de São Paulo de 11/03/2014. Seu texto brilhantemente ressaltou que todos nós conhecemos pessoas com problemas para dormir, muitas delas que precisam até de remédios para cair no sono. Se nós mesmos não sofremos com a famigerada insônia, ao menos já tivemos pesadelos.
Pois bem, o sono não é algo que conseguimos controlar ou domesticar, não obstante nos ocuparmos com dezenas de livros que propõem a fórmula mágica para o sono perfeito de nossos bebês e crianças. Pensando nisso, a recomendação é criar um ambiente propicio para o sono das crianças e, na minha opinião, ter paciência e sabedoria para atendê-las da melhor forma, nos momentos em que elas nos chamam à noite.
Não preciso nem dizer que sou contra a "tática" de deixar o bebê chorar. Isso nega nosso sentimento natural de mãe, que é o de proteger e confortar o filho. Se o bebê está chorando, motivo tem, seja este fome, desconforto, frio, medo, etc. A criança maiorzinha também pode ter alguma dificuldade para dormir, pode ter pesadelo, ter medo....Ignorar a criança ou gritar com ela para voltar a dormir não é, nem de longe, a solução para tais problemas.
A Dra. Eliane Volchan, professora no Laboratório de Neurobiologia do Instituto de Biofisica Carlos Chagas Filho da Universidade Federal do Rio de Janeiro assevera que, os filhotes de mamíferos, ao se separarem de sua mãe ou de seu grupo, passam a vocalizar tal situação para avisar que estão em perigo, pois, sozinhos, facilmente poderiam ser capturados por algum predador. Sem este sinal de alarme emitido pelos filhotes, os mamíferos não teriam chances de sobrevivência. Uma pesquisa feita em seres humanos revelou que, essa separação da mãe é entendida como um risco à vida do bebê e, faz ativar as mesmas áreas cerebrais da DOR FÍSICA.
"Os achados CIENTÍFICOS corroboram o bom senso demonstrando que, quando um bebê chora ao perceber sinais de separação (ausência de contato visual, auditivo e principalmente somático: contato físico corpo a corpo), seu cérebro está acionando o recurso máximo de alarme para uma ameaça à sua sobrevivência. Do mesmo modo, os adultos mais próximos são sensíveis a essa vocalização que provoca atitudes de socorrer e confortar bebê trazendo-o para perto de si e embalando-o. A proposta de reprimir o impulso de pegar a criança no colo é, assim, absurda, pois viola umas das nossas reações mais básicas e fundamentais da nossa herança evolutiva".
Partindo das mesmas premissas lançadas no texto anterior, que me fizeram optar pela amamentação em livre demanda, escolhi deixar minhas filhas dormirem comigo no começo e, no tempo certo (que só eu sou capaz de julgar) com amor, diálogo e paciência, colocá-las em seus respectivos quartos, sozinhas, iniciando a conquista do próprio espaço e da independência.
Por fim, devo dizer que essa fase passa tãooo rápido! Logo mais nossos filhos estarão saindo com os namorados, com vergonha de andar conosco, indo viajar com a galera....Portanto, vamos curtir esse tempo que não volta, vamos proporcionar uma infância maravilhosa para eles, vamos abraçar, beijar, pegar no colo, deixá-los debaixo de nossas ASAS, porque quando menos esperarmos, eles terão as próprias e vão voar...à nós, restará as incríveis lembranças e a certeza de que aproveitamos tudo o que podíamos!!!
Beijoss
Referências;
Esclarecimentos de Dra. Eliane Volchan - http://robertocooper.com/2012/04/27/devo-deixar-meu-bebe-chorar/
Texto de Rosely Sayão para Folha de SP de 11/03/2014 - http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2014/03/1423589-o-importante-ritual-do-sono.shtml
Referências;
Esclarecimentos de Dra. Eliane Volchan - http://robertocooper.com/2012/04/27/devo-deixar-meu-bebe-chorar/
Texto de Rosely Sayão para Folha de SP de 11/03/2014 - http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2014/03/1423589-o-importante-ritual-do-sono.shtml
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Plagiocefalia posicional
Comecei a falar sobre a plagiocefalia posicional nesse post e fiquei de explicar melhor, além de apresentar algumas soluções.
Sabe aquele palpite de vó, de deixar o bebê com a cabecinha de um lado e depois de outro para não ficar tortinha? Esse é verdadeiro!
A questão não é grave ou séria, se verificada e "tratada" logo cedo, embora o nome assuste um pouco. Trata-se de uma deformidade na cabeça do bebê, em virtude da posição, como o próprio nome diz.
A cabeça do bebê é molinha demais, razão pela qual esta literalmente se molda de acordo com a posição que ele fica, causando a assimetria.
O bebê pode nascer assim ou desenvolver a assimetria logo nos primeiros dias de vida. Acredito que a plagiocefalia se deve muito a nova orientação pediátrica, de que o bebê deve ficar de barriga para cima, aliada ao fato de alguns bebês assumirem a posição que ficaram no útero. Como era apertadinho, muitos só ficavam de um jeito e, permanecem na mesma posição depois do nascimento.
Além da posição herdada do útero, o "torcicolo congênito" pode ser uma das causas da plagiocefalia, eis que o bebê encontra-se sempre com a cabeça inclinada para um lado.
A pressão que o colchão ou as cadeirinhas exercem sobre a cabeça faz com que os ossos do crânio cresçam desigualmente, caso ele fique apenas na mesma posição.
![]() |
| foto: www.infocefalia.com |
Se diagnosticada rapidamente, a plagiocefalia regride com o simples reposicionamento do bebê. Isto é, se ele está com a cabecinha mais achatada de um lado, coloque-o do outro.
Um truque é colocar estímulos no berço, apenas do lado em que o bebê precisa ficar com a cabeça. Depois que a cabecinha voltar ao normal, você deve sempre alternar o lado em que o bebê fica, tanto no berço, quanto na hora da mamada, além de colocar estímulos em ambos os lados do berço.
Para o torcicolo congênito, o tratamento é a fisioterapia.
Se a plagiocefalia não regredir apenas com o reposicionamento, li acerca de duas outras opções: uma almofada chamada "mimos" e o capacete.
Nunca ouvi falar de outra almofada que ajude no tratamento da plagiocefalia, senão a mimos, vendida nesse site .
Com relação ao tratamento com capacete, aqui no Brasil só existe a Cranial care que proporciona.
Frise-se que, se não tratada, a plagiocefalia não traz consequencias apenas estéticas para a criança (a deformidade da cabeça pode causar assimetrias faciais), mas também implicações na visão - como visão dupla - mandíbula, etc.
Se você observou alguma assimetria em seu bebê, leve-o ao pediatra e questione sobre o melhor tratamento.
Beijãoo
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Saindo com o bebê
Olá, mamães!
Tudo bem?
Assim que um bebê nasce, a maioria das mães opta por ficar só em casa por, pelo menos, um mês. Chegando ao final desse período, já estamos doidas para sair e respirar outros ares!! Há aquelas mães que querem correr logo para um shopping, com as quais me identifico muito, rs!!
Porém, shopping não é o destino mais indicado para bebês tão pequenos, pois são fechados e lotados, exceto por um, o Cidade Jardim, que é aberto e, ao menos nesse último fim de semana, vazio!
Além da mãe aqui, a Isabela também se divertiu muito no passeio, por conta da Oficina de Criação promovida pela Lego, atração que disponibiliza peças do brinquedo para livre construção das crianças, além de desenhos para colorir, inspirados no filme "Uma aventura Lego", que está em cartaz nos cinemas.
A oficina fica no Shopping Cidade Jardim só até o próximo domingo, dia 16 de fevereiro, no 1º piso.
Já no 3º piso, a loja "Eu faço" traz um espaço para arte e atividades, onde as crianças podem escolher os produtos vendidos no local e brincar lá mesmo ou levar para casa, como foi nosso caso. Compramos um patinho de borracha para pintarmos e um livro com canetinhas, para a criação de obras em veludo.
No fim de semana anterior, já tínhamos dado nossa primeira saída: um almoço na Praça São Lourenço. O restaurante tem uma agradável área externa, que nos possibilitou levar a Estela com tranquilidade. Há também buffet e espaço infantil, além de uma casa na árvore, para a alegria da Isabela.
| Estela relaxando em seu carrinho e minha água de coco, no coco, para refrescar o dia!! |
Divirtam-se!!!!
Praça São Lourenço - Rua Casa do Ator, 608, Vila Olímpia, São Paulo.
Shopping Cidade Jardim - Avenida Magalhães de Castro, 12.000 (Marginal Pinheiros), São Paulo.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
O recém-nascido I
Boa tarde, mamães!!!!
Assim como muitos falam, nos sentimos mais seguras com o segundo filho, em razão da bagagem que trazemos do primogênito.
Porém, uma criança é diferente da outra e, basta acontecer algo novo para bater aquele desespero de mãe de primeira viagem.
A Estela anda me trazendo algumas novidades, das quais nunca tinha ouvido falar e, dividirei com vocês aos poucos, até para servir de alerta.
Uma delas ocorreu logo após nossa alta da maternidade. Observei que saia sangue na fralda dela, mas não se tratava de fissura ou alguma alergia, cujo sangramento é verificado nas fezes do bebê (existem casos de sangue nas fezes do bebê - alimentado pelo leite materno - que indicam intolerância a lactose ou glúten. Nesses casos, a mãe deve parar de beber leite de vaca e consumir alimentos que contenham glúten).
O sangramento advinha da vulva e se tratava de uma pequena menstruação, em razão dos meus hormônios, que passaram para ela. A secreção desaparece espontaneamente. Poderia até desenvolver mamas salientes, mas não foi o caso.
Com relação ao desenvolvimento do recém-nascido:
- O bebê ainda não possui rigidez muscular no pescoço, motivo pelo qual sua cabecinha cai, se não segurada, exigindo cuidados da mãe. Um estímulo importante é deitar o bebê de bruços (sempre com supervisão) para que ele force a cabeça para cima;
- O bebê fixa os olhos momentaneamente em um rosto, a uma distância não maior que 20 a 30 cm. A frequência cardíaca do bebê aumenta quando focaliza seu rosto, por isso, converse e sorria. O bebê responderá com movimentos corporais e labiais;
- A audição é mais aguçada do que a visão. O bebê reconhece a voz da mãe e do pai, por tê-las ouvido do útero;
- Responde com choro e sobressalto a ruídos fortes e repetidos. Aliás, o recém-nascido chora por qualquer motivo, sendo a única maneira de se expressar - frio, calor, fome, fralda suja, incômodo com gases, etc;
- O recém-nascido tem o reflexo da sucção - sempre que algo entra em contato com sua boca, ele tende a abrir a boca e sugar e o reflexo de moro - ao se sentir inseguro, o bebê joga a cabeça para trás e estica braços e pernas;
Especial atenção:
- Ao umbigo, que deve ser limpo com álcool 70%, com um cotonete. Depois que o coto umbilical cai, é normal ainda sair um pouquinho de sangue.
- À posição do bebê para dormir. Como já foi dito aqui, a nova orientação pediátrica é deixar o bebê de barriga para cima. O ideal é que ele seja colocado em uma superfície inclinada (anti-refluxo).
Porém, a mãe deve ficar atenta na hipótese do bebê posicionar a cabeça apenas para o mesmo lado, eis que isso pode causar uma deformação na cabecinha.
Isso ocorre se o bebê tem o chamado "torcicolo congênito" ou simplesmente por assumir a posição que sempre ficou no útero.
Farei outro post só sobre isso, mas já chamo a atenção das mães para não abusarem do uso de cadeirinha e bebê conforto. Ademais, sempre devem variar a posição do bebê, ora de um lado, ora de outro.
Se você já observou que um lado da cabeça está maior que o outro, fique calma pois, até o fechamento da moleira o quadro pode ser revertido, mas quanto antes, melhor.
Posteriormente falarei mais sobre essa "deformação" denominada plagiocefalia posicional e seus tratamentos, além de outras peculiaridades do recém-nascido.
Beijos.
Foto: BBC Brasil
Referência: Stoppard, Miriam - Mães, pais e seus bebês. Ed. Marco Zero.
Referência: Stoppard, Miriam - Mães, pais e seus bebês. Ed. Marco Zero.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Transtornos psicológicos pós-parto
Olá mamães!
Hoje dividirei com vocês a minha experiência e o que aprendi a respeito dos transtornos psicológicos do pós-parto.
Depois do nascimento do bebê, ocorrem mudanças bruscas nos níveis hormonais da mulher, além de mudanças no corpo e estilo de vida.
Temos que nos adaptar a um novo papel, tornamo-nos responsáveis por uma vida, nos isolamos socialmente e ficamos privadas do sono.
Isso tudo faz com que o pós-parto seja o período em que a mulher se encontra mais vulnerável a transtornos psicológicos, os quais foram divididos em três tipos e denominados como: disforia puerperal (também conhecido como blues - tristeza/melancolia - puerperal), depressão e psicose.
A disforia puerperal, pela qual passei na primeira gestação e venho passando nessa segunda, de maneira um pouco mais branda, atinge grande parte das mulheres. É o transtorno mais leve dos três tipos mencionados.
Nós ficamos sensíveis, choramos por qualquer coisa e perdemos o apetite. Esses sintomas aparecem logo após o nascimento do bebê e desaparecem em, no máximo, duas semanas.
Na minha primeira gravidez, lembro que experimentei esses sintomas de modo mais intenso, até por ser tudo uma novidade. Fiquei excessivamente preocupada com minha filha, achando que algo aconteceria com ela. Não deixava ninguém pegá-la, com medo que a deixassem cair. Quando tive que sair com ela para dar vacina, chorei o caminho inteiro. Eu estava me adaptando ao fato de ser responsável por uma vida que, rapidamente tornou-se o centro da minha. Chorava com extrema facilidade.
Dessa vez, venho sentindo uma certa melancolia, principalmente no momento da amamentação. Também ficou muito evidente a falta de apetite, simplesmente porque se existe algo que nunca me faltou, isso foi o apetite, hahahha.
O blues puerperal desaparece espontâneamente, sem a necessidade de medicamentos ou tratamentos psicológicos. Porém, seu médico até poderá te receitar um remedinho para você se sentir melhor. O apoio da família e amigos também é importante.
Já a depressão pós-parto aparece nos meses que seguem o nascimento, podendo surgir até um ano depois deste. Seus sintomas são "humor deprimido, perda de prazer e interesse nas atividades, alteração de peso
e/ou apetite, alteração de sono, agitação ou retardo psicomotor, sensação de
fadiga, sentimento de inutilidade ou culpa, dificuldade para concentrar-se ou
tomar decisões e até pensamentos de morte ou suicídio" (Revista de Psiquiatria Clínica - Departamento e Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP).
A depresssão pós-parto atinge 10% das mulheres, exige diagnóstico rápido e tratamento com anti-depressivos. Isto porque, a relação mãe-bebê pode ficar comprometida quando a mulher está com DPP, prejudicando, inclusive, o desenvolvimento da criança.
As mães que sofrem de depressão tendem a ser menos afetuosas com a criança e a interromper a amamentação.
Por fim, o caso mais grave desses transtornos é denominado psicose pós-parto. "Os sintomas iniciais são euforia, humor irritável, logorreia, agitação e
insônia. Aparecem, então, delírios,
ideias persecutórias, alucinações e comportamento desorganizado, desorientação,
confusão mental, perplexidade e despersonalização".
Este transtorno atinge 4 entre 1.000 mulheres, estando mais suscetíveis aquelas que sofrem de bipolaridade.
Nesses casos, o tratamento é mesmo a internação hospitalar.
Por isso mamães, fiquem alertas e, se identificarem algum desses transtornos, não tenham receio de admití-lo e buscar ajuda.
Beijoss
Obs: Leitores que queiram entrar em contato com o blog, informo que o e-mail do campo 'publicidade' está com alguns probleminhas. Peço a gentileza de entrarem em contato, por enquanto, através do ca_cotrim@hotmail.com . Obrigada!
quarta-feira, 20 de março de 2013
6 dicas daquilo que não devemos fazer quando nossos filhos ficam doentes
Mais alguém aí está sofrendo com a mudança brusca de temperatura??
Hoje, trago à vocês dicas bem humoradas do que NÃO devemos fazer quando nossos filhos ficam doentes:
1. BUSCAR NO GOOGLE, rs!!!!! Gente, essa é a pior coisa que podemos fazer quando nossos filhotes apresentam algum "probleminha". Minha filha apresentou febre baixa, durante três dias, sempre no mesmo horário, umas 17 hrs...lá fui eu buscar: "febre baixa persistente", "febre vespertina"....e me aparece: tuberculose, hepatite, câncer....DEUS ME LIVRE!!!!!!!!!!!!!!! Isso às 3 horas da manhã, quem disse que eu dormi depois?!!!!
2. LER A BULA DO REMÉDIO - se começa a ler, já quer desistir de dar, não é não?!!!
3. DAR BANHO GELADO PARA ABAIXAR A FEBRE - o banho deve ser morno, nunca gelado.
4. PASSAR ÁLCOOL NO CORPO OU NAS MÃOS PARA ABAIXAR A FEBRE - esta prática antiga é equivocada e pode intoxicar a criança. Febre não é doença, é um sintoma, que ajuda a estimular nosso sistema imunológico. Por isso, o procedimento adequado é ministrar antitérmico, apenas se a febre for acima de 38 graus, aliado a um banho morno (tudo sob orientação médica).
5. LEVAR AO HOSPITAL, ASSIM QUE A FEBRE SE APRESENTAR - devemos esperar a reação do organismo da criança (que, muitas vezes, combate o "problema" sozinho) e aguardar, ao menos, 24 horas, para levar ao Pronto Socorro, na hipótese do pediatra não estiver à disposição.
O ambiente de um PS não é o mais adequado para a criança enferma, pois esta corre o risco de contrair novos vírus/bactérias oportunistas, já que estabelece contato com inúmeras outras crianças doentes.
6. AUTOMEDICAÇÃO - consequências possíveis: intoxicação, efeitos colaterais, superdosagem, criação de resistência, erro na escolha da medicação, etc.
É isso aí, mamães. Três medidas que nunca falham nessas horas: repouso, boa alimentação e muito líquido!
Saúde para nossos filhotes!
Beijosss
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Alimentos que soltam e prendem o intestino
Oi mamães! Tudo bem?
Estou aqui hoje para falar sobre este assunto (influência dos alimentos no intestino das crianças), porque minha filha teve um probleminha de prisão de ventre, logo que voltamos da viagem de Navio (ou seja, domingo). Ela é bem regulada, razão pela qual me surpreendi com o quadro e seus sintomas. Agora que aprendi um pouco mais sobre a questão, resolvi dividir com vocês.
Ela já havia tido algo semelhante, com aproximadamente seis meses, momento em que passou a consumir outros alimentos, além do leite materno. Essas mudanças realmente influenciam o organismo e, principalmente, o intestino.
Na época, depois de três dias sem evacuar e ver frustradas tentativas de solucionar a situação com os alimentos "laxantes", apliquei supositório infantil de glicerina (sob recomendação médica).
Dessa vez, porém, ela estava se queixando de dor no ânus. Tentou evacuar um dia, mas não conseguiu, o que me fez suspeitar de algum machucado interno, causado pelas próprias fezes, eventualmente ressecadas.
O que mais me assustou foi o fato desse quadro ter causado na Isa febre (estado febril, digamos, 37,9), vômito, dores abdominais e no ânus. Cheguei a pensar que ela estava com algum verme, como o oxiúrus. Por fim, só para piorar, não conseguia marcar pediatra e, pelo telefone, ela me disse para esperar e observar!!
Ontem, resolvi comprar alimentos que soltam o intestino, oferecendo no jantar e no café da manhã de hoje. Resultado: logo depois do café, ela evacuou e todos os sintomas sumiram, ela está 100%.
Para não passarmos por essa situação ou, se for inevitável, sabermos lidar com ela, segue uma lista de alimentos que soltam o intestino e, na sequência, os que prendem:
Alimentos que soltam o intestino:
Mamão, arroz integral, macarrão integral, pão integral, laranja, manga, aveia, espinafre, tomate, uva, amendoim, couve, repolho, ameixa (em bebês, recomenda-se fazer chá de ameixa), yakult, vagem, milho, banana nanica, abacaxi, abacate, kiwi, etc.
*ressalte-se que o consumo de alimento fibroso deve estar associado à ingestão de líquido, de preferência água.
Alimentos que prendem o intestino:
Maça, banana prata, banana maçã, batata, mandioca, mandioquinha, cenoura amarela, caju, limão, goiaba, biscoito, maisena, etc.
Boa sorte, mamães!
Beijos
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Preocupação: Segurança
Olá pessoal!!! Tudo bem?
Fiz uma postagem sobre segurança em casa, que foi uma das mais visitadas do blog e sei que não é à toa.
Tudo o que pudermos fazer para garantir a segurança de nossos filhos é válido, principalmente nos dias de hoje.
Dessa vez, falarei sobre alguns produtos de segurança existentes no mercado, que podem auxiliar pais e mães nos cuidados com os filhos.

Alarme para piscina Anjo D'água: Você coloca o sensor de sapinho no pulso de seu filho e, se ele tiver contato com a água, o alarme dispara. Mais informações: http://www.purewater.com.br/produtos/alarme-anjo-dagua
Coleira mochila infantil: Esse item gera muita polêmica! Quando viajei para os EUA pensei em comprá-lo, pois imaginei que poderia acontecer o pior naqueles enormes parques da Disney, mas não foi necessário e, Graças à Deus, nada aconteceu. A Isabela é boazinha e sempre me dá às mãos quando passeamos, mas se seu filho é do tipo incontrolável, acho que a mochila é uma boa opção.
Alarme anti perda: Esse eu não conhecia! Esse produto é colocado na criança e dispara se ela se distancia de você. Tem também a função de localizar a criança. À venda na internet pelo mercado livre.
Grade de proteção para cama: É ótima para aquele momento de transição do berço para a cama. Comprei para a cama da Isa na Tok&Stok, se não me engano, por R$ 69,00.
Qualquer novidade que aparecer sobre segurança, postarei por aqui.
Beijosss
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Cuidados no verão
Queridos!! Como vão?
Estou aqui para falar sobre os cuidados que devemos ter no verão, em especial, com os alimentos!
Resolvi alertá-los sobre o assunto depois que meu marido passou mal, por ter contraído uma infecção intestinal. Nossa suspeita recaiu sobre um lanche que ele comeu fora, "carregado" de maionese...provavelmente estragada! No Hospital, a informação era de que 80% dos casos atendidos no pronto socorro se davam em decorrência de infecção e/ou intoxicação alimentar.
No mesmo dia, mais cedo, tinha feito compras em um mercado de renome, mas percebi um mal cheiro em uma verdura. Mesmo com a validade em dia, troquei o alimento, pois a impressão é de que estava estragado.
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| Olhar a validade só não basta. Em tempos de calor, todo cuidado é pouco. |
No verão, devemos redobrar nossos cuidados e atenção, por ser mais difícil para supermercados e restaurantes conservarem adequadamente os alimentos, com temperaturas tão elevadas do lado de fora.
A validade não basta para garantir que o alimento esteja bom para o consumo. Não tenha problema em cheirar, apertar...analise mesmo!! Já peguei caixa de tomate, com um deles estourado dentro, acabando por estragar todos os outros. Já peguei ovo estragado, mesmo dentro da data de validade indicada na embalagem e também, já ouvi os funcionários do local dizendo que a geladeira do mercado não estava refrigerando o suficiente. As carnes, que deveriam estar congeladas, já estavam quase pingando.
Como vimos, essa é a época da virose, da intoxicação alimentar e infecção, decorrente da má conservação de alimentos. Esses problemas estão para o verão, assim como as doenças respiratórias estão para o inverno. Por isso, anotem alguns cuidados que devemos ter com crianças e adultos nessa estação:
- Dar bastante líquido, principalmente água para mantê-las sempre hidratadas;
- Evitar comprar alimentos prontos, principalmente os preparados com ovos, como a maionese;
- Cozinhar bem os alimentos;
- Analisar os produtos a serem comprados no mercado;
- NÃO comer alimentos vendidos na praia;
- Oferecer comidas leves: muitas frutas, verduras e legumes.
- Evitar comprar alimentos prontos, principalmente os preparados com ovos, como a maionese;
- Cozinhar bem os alimentos;
- Analisar os produtos a serem comprados no mercado;
- NÃO comer alimentos vendidos na praia;
- Oferecer comidas leves: muitas frutas, verduras e legumes.
Beijosssss e se cuidem
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Preocupação: hora de dormir
Boa noite, pessoal!
Tudo bem?
Peço desculpas pelo sumiço, mas infelizmente perdi um membro da família...um de quatro patas. Só quem tem/teve um cachorrinho sabe o quanto nos afeiçoamos a eles e, em razão disto, quão dolorosa é a perda.
Como é recente, estou ainda me acostumando com a idéia de não tê-lo mais por perto, o que não é muito fácil, já que ele estava conosco há mais de 17 anos.
Mas vamos ao assunto do post: preocupação na hora de dormir.
Enquanto o bebê é recém-nascido, devemos tomar vários cuidados, como por exemplo, com a posição dele no berço.
Minha mãe dizia que era para eu colocar a Isabela de lado no berço e ouvi isso da maioria das pessoas da mesma geração que ela, provavelmente por ser este o entendimento da pediatria na época. Entretanto, hoje em dia a orientação dos pediatras é a de que os bebês devem ser colocados de barriga para cima, evitando-se o que chamam de Síndrome da Morte Súbita em Lactentes.
Segundo informações do Hospital Israelita Albert Einstein, "a síndrome é a principal causa de morte no primeiro ano de vida e a terceira causa de mortalidade infantil nos Estados Unidos. A causa ainda não está definida. O que se sabe é que está associada a alguns fatores, entre os quais a posição em que o bebê dorme no berço".
Quando o bebê está de lado no berço, ele pode virar de barriga para baixo e, assim, se sufocar. Isso nos leva a concluir que JAMAIS o bebê deve ser colocado no berço de bruços para dormir, apenas durante o dia, sob a supervisão de um adulto, pois tal posição é importante para o desenvolvimento da musculatura do bebê, estimulando o levantamento da cabeça.
Eu tinha muito medo da Isabela regurgitar e se engasgar durante a noite. Coloquei ela para dormir no meu quarto, pois não tinha coragem de deixá-la no dela sozinha. Vale lembrar que, não se deve colocar o recém-nascido para dormir na cama dos pais, pois estes podem se virar inconscientemente e cair em cima do bebê, ou ainda, este cair da cama.
Outra orientação é nunca colocar travesseiros (os recém-nascidos não precisam), bichos de pelúcia, almofadas e coisas dessa natureza, em razão do risco de sufocamento, além de tomar cuidados com cobertas soltas. Confira a lista de precauções elaborada pelo Albert Einstein:
Depois disso, todos podem dormir tranqüilos, né?!!!
Beijos
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Preocupação: queimaduras e assaduras
Olá mamães!!!!! Como passaram de natal??? Aproveitaram as festas?!!
Espero que sim!!!
O blog aqui está devagar, mas não parou e hoje o assunto a ser tratado tem tudo a ver com as férias de verão, época de assaduras e possíveis queimaduras de sol!
As assaduras podem ser mais frequentes nesse período por causa do calor excessivo, aparecendo nas dobrinhas dos bebês, sendo muito comum no pescoço. Por isso, nós mães devemos secar bem todas as dobrinhas, além de levantar bem a cabeça do bebê para passar toalha no pescoço, deixando-o bem sequinho.
Para a prevenção das assaduras, as melhores pomadas, na minha opinião, são:
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| A+D Original Ointment - se você está de viagem marcada para os EUA, faça um estoque desses cremes, que são ótimoss!! À venda aqui no Brasil pela internet. |
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| Cetrilan - creme protetor e cicatrizante. Antes de comprá-lo, consulte o pediatra de seu filho. |
Quando minha filha tinha aproximadamente 3 meses, os cremes protetores que passei nela não foram suficientes e ela ficou bem vermelhinha no pescoço, então a pediatra indicou o Dermodex tratamento e talco líquido.
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| Se você achar a pomada muito cara, pode procurar pelo seu princípio ativo e comprar o genérico. |
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| Talco líquido Amilia |
Quanto ao protetor solar, vale lembrar que bebês com menos de 6 meses ainda não podem usar, pois sua pele, fina e sensível, absorve as substâncias do produto e o organismo não consegue excretá-las corretamente. Depois desse período, podemos passar protetor com FPS 30, porque, segundo pesquisas recentes, fatores mais elevados não ofereceriam diferença significativa de proteção.
Certa vez a Isabela se queimou um pouquinho e ela é bem branquinha, então passei pasta d'água e aliviou bastanteeeee.
Bom verão, pessoal!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Beijos
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Preocupação: segurança em casa
Olá queridos!!!! Tudo bem?
Estamos em um tempo difícil, não? Quantas tragédias aparecem diante de nossos olhos, todos os dias, envolvendo nossas crianças...é aterrorizante!
Eu NÃO vou discorrer sobre as últimas notícias tristes e chocantes, pois acredito que todas as mães já se informaram suficientemente e estão saturadas disso tudo. Digo mais, não corremos o risco de nos alienarmos sobre esse tema, então o melhor mesmo é evitar assistir reportagens nesse sentido.
O ideal é buscar tudo o que for possível para protegê-los e vivermos felizes e em paz, ouvindo coisas boas, porque a vida esta cheiaaa delas!!!!
Por isso, hoje venho falar de alguns acessórios para colocarmos em casa, visando a segurança de nossos filhos.
Segue uma lista de todos os perigos domésticos que consegui lembrar e seus respectivos utensílios de segurança:
- Medicamentos: risco de ingestão. O ideal é manter em caixas com travas ou guardado em lugares altos;
- Produtos de limpeza e beleza: risco de ingestão e contato com os olhos. Mesma indicação acima;
- Objetos cortantes: guardados em gavetas com travas de segurança;
- Termômetro de mercúrio: para quem não sabe mercúrio é tóxico. Eu tive um incidente em casa com esse tipo de termômetro, ele caiu no chão e quebrou. Ficamos desesperados, pois o mercúrio pode provocar desde pneumonia até danos no sistema nervoso. Uma vez inalado, ele não é eliminado por nosso organismo. Nunca mais, agora só temos o digital;
- Escadas: porta com trava;
- Banheiras, vasos sanitários, baldes: trava para vasos. Nunca deixe um balde cheio d'agua ao alcance da criança e sempre esvazie a banheira, assim que finalizar o banho;
- Janelas: rede de proteção (eu diria imprescindível);
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| foto: OSR Segurança |
- Quinas: protetor de quina de silicone ou espuma;
- Fogão, forno, microondas: travas para eletrodomésticos;
- Tomadas: protetor de tomadas;
Eu comprei os acessórios da minha casa na C&C Casa e Construção. Acredito que seja vendido também na Leroy Merlim e, algumas coisas são encontradas na Alô Bebê.
Fiquem com Deus!!
Beijosss
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Preocupação: negligência nas escolas
Ninguém conseguiu ignorar as recentes notícias envolvendo o afogamento de um menininho de apenas quatro anos, em uma escola conceituada, localizada num bairro nobre de São Paulo.
Triste é constatar que a atenção foi direcionada a esse assunto apenas por se tratar de criança de classe média alta, pois este tipo de acontecimento, infelizmente, já ocorreu em bairros mais pobres e não ganhou tamanha repercussão.
Mas, de qualquer forma, despertou a atenção e vem possibilitando discussões sobre o tema, bem como movimentando as escolas para que revejam seus procedimentos de segurança.
Eu procuro preparar minha filha em casa, para eventual negligência de professores e funcionários. Não matriculei ela na natação da escola, mas em uma academia, na qual faço aula junto com ela.
Não que eu queira que ela se torne nadadora profissional, longe disso. Quero apenas que ela saiba "se virar" em situações como a do Bernardo.
Caiu na piscina? Nada cachorrinho, bóia, qualquer coisa, desde que consiga se safar.
Eu recomendo à TODAS as mães: ensinem seus filhos a nadar, para afastar aquela sensação de impotência, como se não pudéssemos fazer nada para evitar alguma ocorrência trágica na escola.
E aprender a nadar é apenas um dos benefícios que a natação promove para os pequenos. Estudos mostram que bebês que fazem natação tem mais equilíbrio e capacidade de compreensão. Sem prejuízo do efeito recreativo, não é mesmo? Qual é a criança que não gosta de água?!! (não vale crianças fictícias, tipo o Cascão, rs!!)
Além disso, tento conscientizá-la dos perigos da piscina, orientando para que mantenha distância sempre. Não devemos deixar de alertar os filhos sobre os riscos da vida, temos de ensiná-los a tomar cuidados, como por exemplo, com escadas, carros (com cautela para não torná-los inseguros e medrosos)...evitando que fiquem a mercê dos professores que, assim como qualquer outro ser humano, são falhos.
Existem muitos funcionários despreparados em escolas e isso é alarmante. Devemos buscar informações sobre o currículo e conversar com o professor, sentir a disposição, a paciência, o amor pela profissão e coisas dessa natureza.
Existem muitos funcionários despreparados em escolas e isso é alarmante. Devemos buscar informações sobre o currículo e conversar com o professor, sentir a disposição, a paciência, o amor pela profissão e coisas dessa natureza.
A escola, por sua vez, precisa trabalhar com a política de prevenção, ter poucos alunos por turma e mais de um funcionário olhando, na hipótese de algum falhar, porque a pessoa pode, mas a instituição NÃO.
A Instituição de ensino deve ter um sistema redundante de segurança, assim como os aviões: se um mecanismo falha, existem outros para suprí-lo.
Beijoss
domingo, 25 de novembro de 2012
Preocupação: engasgamento!
Olá mamães!!
Hoje vou tratar de um assunto sério, com o qual me preocupei muito, principalmente nos primeiros meses de vida da Isabela: engasgamento.
As vezes ficava sozinha em casa com ela, morrendo de medo de acontecer algo e não saber como proceder. Por isso, acredito que todas nós devemos aprender a agir em situações dessa natureza, até chegar a ajuda de profissionais.
A primeira coisa é ficar calma, por mais difícil que seja!!
Também não se deve virar o bebê de ponta cabeça, tampouco chacoalhá-lo, mesmo nossas mães jurando que fizeram isso quando éramos pequenos!!!
Identificado o engasgamento, estando aparente a falta de ar do bebê, que pode ficar roxinho, você deve aplicar a manobra de heimlich, que se presta a extrair qualquer obstrução da garganta:
Deite o bebê com o rosto para baixo ao longo de seu antebraço e dê-lhe cinco tapas fortes entre os ombros.
Se não der resultado, deite-o, dessa vez, de rosto para cima, no mesmo sentido da foto (em declínio) e realize cinco compressões no tórax com dois dedos, repetindo a sequência de compressões e tapas nas costas, até a remoção do objeto ou a chegada de ajuda.
O ideal mesmo é nunca precisar disso!
Beijosss
Referência: Livro "Mães, pais e seus bebês", Dra. Miriam Stoppard, Editora Marco Zero.
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