domingo, 11 de novembro de 2012

Dica de leitura


Na postagem anterior mencionei o desenho de corujinhas acima, mas estou mudando o layout do blog, então ele sumiu daqui temporariamente!!
Porém, o assunto que quero tratar é outro: uma dica de leitura para as crianças.
Ontem fomos à Livraria da Vila e comprei uma coleção de livros do Monteiro Lobato. São oito histórias do Sítio do Pica-pau Amarelo.


Minha filha passou a se interessar muito pelo sítio do pica-pau amarelo desde que teve um teatrinho na escola dela com os personagens. Ontem, por coincidência, coloquei no canal futura e estava passando a versão mais recente da série do sítio que, por sinal, é muito bem feitinha.
Pelo produto comprado (oito das melhores histórias do sítio, em uma caixa graciosa), achei até barato: R$ 129,00.

Beijos e boa semana curta a todos!!!!!!!!

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Não bata. Eduque.




O desenho de corujinhas é obra do meu marido. Foi surpreendente, pois eu disse o que estava querendo e ele reproduziu fielmente no papel. Vamos trabalhar em cima do desenho e criar um logo bem legal!

O assunto desta postagem, na verdade, não é o desenho, mas sim uma campanha maravilhosa chamada: Não bata. Eduque.

Sou uma grande defensora dessa campanha, não só porque sei que o castigo físico (inclusive a palmada) causa efeitos negativos, mas também porque acho de uma profunda crueldade e covardia.

O adulto que utiliza da agressão física para controlar seu filho, demonstra tão somente o próprio descontrole e falta de limites. Além disso, só um covarde mesmo para bater em um ser menor e mais frágil.

Se você tem autoridade sobre seu filho só na base do tapa, mais tarde ele não te respeitará, pois será do seu tamanho e poderá revidar às suas agressões (e é isso o que ele vai fazer, pois foi ensinado a resolver os problemas com violência).

Acho engraçado aqueles pais que batem e, quando vêem seu filho repetindo a prática nos amiguinhos, o repreendem severamente. Ora, quanta contradição! Que moral tem um pai de falar para o filho que bater é errado se ele faz isso?!

Isso é realmente um descontrole de alguns pais despreparados, pois acaba sendo a medida mais rápida e eficaz da criança obedecer (a curto prazo). Mas filho a gente cria com PACIÊNCIA e AMOR, dando abertura ao diálogo, explicando o motivo do “não”, retirando-o de “cena”, colocando-o em um lugar para pensar e se acalmar.

Converso com minha filha desde que nasceu, nunca a subestimei. Sempre ouvi as pessoas falando “você acha que ela está entendendo?” ou quando a colocava para pensar, a partir de um ano e meio ou dois, não lembro, minha empregada dizia “mas o que essa menina tem pra pensar, tão pequena”.

Se a gente subestima, eles realmente nunca aprenderão. E outra, que mania que as pessoas têm de palpitar quando temos filho, não?! Meu Deus!!! Hahhahha!

Se você ainda utiliza dessa palmada, achando que funciona, leia esse site http://www.naobataeduque.org.br/, pois eles apontam pesquisas feitas nesse sentido e explicam os efeitos negativos que esses castigos causam. Se você, num momento de extrema impaciência, acabou batendo em seu filho, não hesite em pedir desculpas! Ele merece!

Eu me sinto culpada só de falar mais firme, mas é NECESSÁRIO para que eles cresçam com limites e felizes. Precisam saber lidar com frustrações, pois embora tenhamos a pretensão de poupá-los, a vida não poupará.
Beijos

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Primeiro!

Olá!!!!!!!!!!!
 Sou estreante nessa blogosfera, por isso peço desculpas antecipadas pela inexperiência no post e pelo layout, que ainda será trabalhado!
Relutei um pouco em criar o blog, mas sempre tive muita vontade, por amor à escrita, a esse “novo” meio de comunicação e, claro, à maternidade.
Quando digo “novo meio de comunicação” me refiro ao blog em si e não a internet. Qualquer pessoa pode criar um e fazer dele um instrumento de compartilhamento de ideias com pessoas de qualquer lugar do mundo!
Quanto ao tema, quem me conhece sabe o quanto me realizei com a maternidade. Penso que existem mulheres que nascem mães e outras que se convertem, diante do milagre de se gerar um filho...eu faço parte dessa primeira parcela de mulheres.
A vida surpreende e, nesse caso, superou a minha idealização de anos. Talvez porque nenhum sentimento até então experimentado por mim tenha se assemelhado ao vivido na maternidade. Um turbilhão de sentimentos intensos que me tornou mais madura, responsável e, acima de tudo, FELIZ!
Confesso que levei um susto e fiquei triste quando soube, pois minha gravidez não foi planejada. E esse fato me rendeu uma culpa incrível no nascimento da minha filhinha Isabela, hoje com 3 anos...aquela velha culpa de mãe.
Bom, acho que pra um primeiro post, já escrevi demais, né?!
Sejam todos bem-vindos.
Beijos

(foto: minha bebezinha na praia)